domingo, 9 de janeiro de 2011

Dilma and friends!

Dilma e amigas!
(áródia de "Gril power poff girls"- música de abertura)


Eleitores...
Ficha-limpa...
Pesquisas com dois pontos percentuais para mais ou para menos...
Classes menos favorecidas economicamente...
Força feminina e feminista...
E o grande poder que emana do PT...

Esses foram os ingredientes perfeitos para criar uma coligação mais justa,
Então foi o momento do ex-presidente Lula acrescentar um elemento extra na mistura...

A faixa presidencial X!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

(Puf) (Puf) (Puf)...

E assim nasceram as mulheres super-destemidas do senado,
Professora Dalvinha,
Mariinha do Rosário,
Beneditinha da Silva,
Nildinha Gondim,
Celinha Rocha,
Dilminha Rousseff,
E outras tantas guerreiras,
Que com seus ultra super poderes
Têm reunido suas forças...
Para acabar com as Fichas-sujas,
E...
Os empecilhos do mal...

Tâ tâ tâ tâ tâ tâ tâ
Lá lá lá lá lá lá lá
Tá tá tá tá tá tá
Ka ka ka ka ka ka ka ka
Ki ki ki ki ki ki ki ki
Pou pou! Zuc zuc zuc!!!


(As mulheres super-destemidas do senado!)

Davi Dumont Farace 07/01/2.011

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Espelhos.

Posso...
Não sei se posso...
Quero,                                   espero,                                       anseio,
         E nesse comprido e inusitado vagão de palavras...escrevo,
        Ora / Faço versos sujos e opacos para que ou para quem?
 Para você que depois de lê-los vai amassar ou desligar a tela?
Ou para você que depois de seus olhos correrem soltos por esse mundo...
          (de sonhos vazios e esperanças mortas)
                  Vai amá-los mais uma vez, enquanto eu, < deveras >
                               Me enfado com meu jeito bobo de ser.

      Até que ponto o eu é o eu?
             Até que parte da história o mim é o mim?
        Encontro,                                                Procuro,                 Quero achar,
                     Busco alguma resposta para uma paixão indesejada...
            Isso que me faz penetrar no abismo
(quero me entrelaçar, me afogar nesse rio que se desagua em um oceano
          espero [[ansiosamente]] por alguém que me salve
                              mas prendo-me a loucura de novo)
                   
                           Não me iludo mais com os “ses” da vida
                 Não me deixo entregar tão fácil como antes   
            Não quero mais saber de metáforas inoportunas
                                                   <da casa abndonada>
Mas... não sei se o momento é auspicioso para tanto
                      Io bisogno di te...
                                                          Io bisogno di te...

            Agora só resta aquilo que não sabemos o que é
                                                  (ser)  
                     O desconhecido... o indigesto desconhecido,
                                           (Que vem pela porta da frente)            
                         E nos faz acreditar naquilo que é
                     Nas pessoas boas que aparentemente são             
   < o que os outros acham que são, ainda que não sejam>
                              Mas...
                                                                           Prefiro
                             Vc!                                                  
                                                             

                                       Davi Dumont Farace.  23/12/2.010

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

selvageria em uma noite enluarada.

O lobisomem.
Em meio à chuvosa noite, a lua cheia surge
Pela floresta, se escutam passos largos e urros de dor
De um pobre e amaldiçoado homem que urge
Procurando triste e desesperadamente seu amor...

No relógio da catedral, 12 badaladas batem
E os cachorros do mato confusos latem
Junto à inevitável transformação
E as dores daqueles que morrerão

(...)

Ele procura aflitamente por alguém
Alguma alma indefesa e calada em meio ao sinistro...
Alguém que possa satisfazer seu desejo
(de morte)...
Pecado imortal e insaciável de loucura.

Selvageria...

A luz pura se esvai deles (as)
A vida se sente amargurada como nunca
< Se sentiu >
E um filete de sangue fresco
Goteja mais uma vez na casa;

Demônio selvagem...

 Pensa que está satisfeito com o banquete carnal
(mas quer mais...
necessita de mais coisa,
precisa de carne para voltar a casa
aparentemente são e salvo...)

Quer, procura, encontra...
Outro ser indefeso na livraria
Na seção de romance policial
(o anjo e o demônio regem como feras
em seu coração
que vai ao que pode ser o encontro...
i...m...o...r...t...a...l)

(...)

A madrugada passa e uma rosa se despedaça
A maravilha dos anjos da noite ao luar
Enfeitiçando mais vítimas para matar...

        Davi Dumont farace.                29 de dezembro de 2.010

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

"S.E.S"

Coisas fora do papel.

   A vida é feita de “ses”. Se ontem fosse hoje, se hoje fosse ontem, se amanhã fosse depois. Quando penso (ou se é que eu penso) que a vida é feita de “ses”, acho-me dentro dos olhos do eu. Pois/ feroz verossimilhança verossímil vero similar de um gado que não seja verídico/ deveras as pessoas não poderão se contentar com os “ses” somente do hoje, pois senão os jogos seriam ao menos previsíveis...e  eles não gostam disso.
     Ou quem pode saber, idaí? Ditaduras da alma do ser inerente e a parte das letras... O mundo chamará sempre mais pessoas que não se contentarão em serem somente colírios e colírias; literatas, físicos, matemáticos, historiadores, filósofos, artistas, revolucionários, românticos, cientistas, coro, legião. E “ses” eu (pequeno que sou) matasse os monstros e desbravasse novos horizontes, e “ses” eu fizesse revoltas porque não concordasse com os arrochos de meu tempo, e “ses” eu tivesse o poder de mudar as concepções de arte, a política, verdades que antes se diziam absolutas. A lei perfeita e imperfeita das coisas.
     Quero demais. (Pensando bem, não ouso querer para não perturbar o sono do dragão que dorme de olhos abertos). Queremos mais, juntos iremos conseguir tudo nesta e em outras vidas. Como vemos esses ramos de tulipas, bromélias, alecrins, cravos que florescem no jardim da janela aberta são muito mais do que aparentam ser; ilusões dióticas do oriundo mundo das ideias de Platão. Então, longe de mim para tentar comprovar isso (muito menos cineticamente) mas... fica aí a pergunta: -Existem outros?
     Não possuímos, outros possuem, não possuem e voltam a ter o desejo de ter... de ser o Homo sapiens sapiens. O borrão de tinta roxa na alma é um laranja tão arrochado que chega a se tornar um amarelo invisível que conseguimos ver. Mas, como podemos ver se não sabemos certamente o que enxergar? Paixão calada, amor inocente, metáforas velhas de um doido que sabe. Sabe, sabia, saberei; saberástes dizer o que você acha que sabe e um dia seco de primavera não saberá mais? Convida-me para entrar em teu oráculo escuro, quero experimentar tua respiração, teus sentimentos claros e obscuros para mim. Quero o remédio para me curar do mal que ainda virá.
     Todavia ainda tenho medo! O grito estampado em Munch pede-me para senti-lo em meu corpo... Ele, ou apenas parte dele, me assombra e me alumbra com a sua luz negra. Não tenho medo do vampiro que vem sugar todo meu sangue, ... , contudo tenho fobia do mal inesperado e também do bem esperado / Isso me dá aflição. Não gosto do martírio do ser; poderia escrever coisas infestadas de atrozes goticidades e fazer letras banhadas em sangue nu, o que daria um belo romance policial, mas isso não seria bom e sensato. Quero ser mais redondo. Quero ser como o sol que engrandece.
     Mas não sei se posso (ou ao menos não sei se devo). Angústia apalpável do ser que é e que não foi... Sinta-me, oh “Livro dos Prazeres”, sinto que estou lendo Freud... Ele fala que você já nasce com três males pré-determinados; o de envelhecer, o de saber viver e conviver com o meio; e o de aprender a conviver com o outro; o outro de mim será o eu ou será o ele? Essa cultura pop intrometida se mescla com a cultura erudita atrometida dos tempos. Os outros consomem tantas coisas que não precisam consumir; ideias, paradigmas, conceitos, moral, aborto, mensagens, coisas supérfluas na feira do capitalismo perambulante que ruge ferozmente como uma galinha.
     Os conceitos de hoje estão mudando (volto a falar), não sei se é por causa dos outros que querem ter o prazer de “controlar” as mentes alheias a partir das famosas mensagens subliminares. Deveras...há, para quem ainda não se ligou somos controlados e “adestrados” por outros e outras já em nosso calmo tempo de infância. Nos dias atuais; nos programas lindos infantis (tão meigos que fazem chorar de alegria); em propagandas dos mais variados gêneros; em músicas bobas; quadros... Nosso cérebro pode ser corrompido. Os nossos rápidos sentidos não percebem, ou ao menos se distraem com outras coisas bobas, mas nossa massa cefálica decodifica o que eles querem. Apologia ao sexo; símbolos ou gestos satânicos; homossexualidade; uso de drogas; conceitos de moral e/ou imoralidade; e lógico, se preferir, outras coisas de caráter apelativo... E assim almas com pré-disposição se afloram e isso, chamo de escravidão inocente.
     Os outros têm de acompanhar o andamento da carruagem para não serem mais uns foras do contexto das coisas. Pois bem, acho que era um tigre que eu avistei ontem na serra, ou um leopardo que parecia um tigre (queria se vestir de tigre; tinha olhos, boca, patas, pelo; mas não era um). Se você não quer ser o que você é, para que existir? Por qual causa, motivo, razão ou circunstância você tem de se maquiar com coisas que não gosta? Liberte-se da nova ditadura do ser. Mas eles acham que não, acham aquilo que não sei o que é ser o achamento do achar ainda que ninguém o ache.
     Penso logo existo (essa é uma frase clichê, eu sei) alguns dizem por aí que falo sozinho, acredito que apenas penso alto. Você não pode se dar ao luxo de observar e refletir calado sobre as coisas – tu tens que abrir portas – mas para isso precisamos encontrar a(s) chave(s) mesmo que elas sejam imateriais. Acho admirável essa enxurrada de coisas novas que estamos aprendendo nas escolas... <decerto estou eu a falar de escolas da vida, sem desmerecer aquelas de quatro paredes somente que também contribuem para abrirmos as portas> acho que muitas das pessoas têm o mínimo de duas profissões, já nascem com o desejo oculto de serem professores(as) e com o outro de serem aquilo que querem ser. Ora, desde que nascemos, temos alguém que nos ensina a dar nossos primeiros passos, a falar as nossas primeiras palavras, a pintarmos as nossas primeiras cores, logo, temos o desejo de passar isso para frente... Isso é a verdadeira educação, a lição que não se encontra nos livros didáticos.
     Como vemos, temos que pensar demais, querer demais nessa vida (mas não ousamos querer para não acordarmos os dragões que dormem de olhos abertos)... <E “ses” fosse assim e não assado?>. Doido eu... mas isso é uma história para um outro dia!



                                                   Davi Dumont Farace 27/11/2010.  

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

vidas alternativas?

A vida nas entrelinhas.
  
   Nós ouvimos tantas filosofias sobre a origem da vida que nem é possível numerarmos todas elas.
   Primeiro, era a discussão criada muito antigamente sobre a “biogênese” e “abiogênese”. Todo  indivíduo que já estudou Biologia alguma vez na vida, se lembra que a “biogênese” pregava a hipótese de que a vida surgira na Terra à partir de outra pré-existente. A “abiogênese” pregava a hipótese de que a vida surgira na Terra por uma “Geração Espontânea”, ou seja, surgira do nada.
   Foram muitas as discussões e algumas pessoas morreram tragicamente ou tiveram que acatar as hipóteses das outras, senão, essa mesma também morria. A pessoa com idéias “erradas” era morta pelos seus irmãos da parte de Deus na fogueira da Inquisição. Tudo isso porque os detentores do poder não aceitavam ser criticados em suas importantes teorias. Tudo por causa da humanidade, que têm um desejo incontrolável pela obtenção de uma resposta para uma pergunta polêmica que não quer calar.
   Mas, porém, contudo, todavia, senão, aliás, o ponto em que quero chegar é: “De onde surgiu a vida e para onde ela vai?”.Não sei se vocês,caros leitores,vão discordar... Mas, vou apresentar uma nova teoria.
   Pois bem, todos sabemos que a vida é um mistério insondável e só cabe a Deus.  Porém esse bem tão precioso que todos os seres humanos têm pode ser entendido, também, por explicações no ramo da Química. Os nossos queridos planetas podem ser representados como “enormes átomos” onde os seres dentro do “átomo-Terra” são complexos “elementos químicos” formados por “elétrons, prótons e nêutrons”. E os “átomos” podem estar imersos em uma enorme “nuvem eletrônica”.
   Os “elétrons, prótons e neutros” dos seres terrestres podem ser comparados com as várias e diferentes metades de nossa complexa mente.Os “elétrons”,por serem representados pelo símbolo negativo, podem ser a metade da mente dos seres que os leva a fazer maldades e atrocidades com as outras pessoas. Os “prótons”, por serem representados pelo símbolo positivo, podem ser a parte da mente dos seres que os leva a fazer boas ações. E os “nêutrons”,simbolizados pela letra “n”,podem ser a parte da mente que não é motivada por nenhum fator do mundo, e por isso, a pessoa não faz nada e fica em inércia.
   Também os indivíduos de qualquer “átomo” onde existir vida podem ser influenciados por algum fator do mundo, como uma propaganda política, onde o individuo é influenciado pelos outros a votar em determinado candidato. Daí vem a expressão “Maria vai com as outras”. O mesmo pensamento pode ser metaforizado com a “Força de Van Der Waals” ou “Força de London” que prega que os pólos{negativo e positivo} dos elementos químicos são induzidos  a mudarem os mesmos pólos e se ligarem a outros elementos químicos de mesmo nox. Os fatores que resultam na força de Van Der Waals podem ser os aqueles que induzem a pessoa a fazer determinada coisa.
   E Deus?!? Aonde está nesta teoria doida?!? Deus é o senhor da enorme “nuvem eletrônica” e o nosso querido pai celeste. E por que Deus não nos ajuda nos problemas?! Deus nos ajuda em todas as horas de necessidade, mas alguns recebem melhor essa “ajuda” do que outras pessoas, pois estas são cabeças duras e não admitem que elas estão erradas.
   E quando nós morremos? Pra onde vamos? Ora, nós vamos para o lugar em que acreditamos. Não sei se depois da morte nós vamos para outra camada de valência como acontece com os elétrons quando liberam constante energia. A morte pode ser uma forma de liberar energia aprisionada em um corpo para o mundo. Ou podemos ir para o céu ou para o inferno. Mas acho que o inferno nós fazemos em nossa vida.
   O universo pode estar em constante criação, pois à cada dia pesquisas feitas pela N.A.S.A, conseguem descobrir novas constelações, planetas etc... Até mesmo,no planeta Marte e na lua Titan, em Júpiter, foi descoberto recentemente “água congelada”. Ou seja, tchan tachn tchan tchan... Pode haver a presença de vida nos mesmos.
   Será????????????????????
                        Davi Dumont Farace.     07 de agosto de 2.008

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

violência urbana. (criatividade zero... af)

11 de setembro ou 09 de novembro?!?        
                                                            
No mundo de hoje, há tantos problemas para se resolver na correria desenfreada da vida, que nem ao menos temos tempo para o exercício da cidadania.
Os problemas sempre existiram, mas não em tão alarmante quantidade. São os políticos safados que fazem lavagem de dinheiro e trabalhar em prol do seu eleitor, nada. É o aquecimento global que como um grande ar condicionado estragado está cada dia mais pondo em risco a nossa sobrevivência na terra. E por culpa de quem? Ah... nossa, é claro! Que reclamamos como míseros e pobres mortais, mas continuamos a agredir nosso planeta diariamente.
Também temos o problemão de saúde publica que é a Dengue. E por causa dele, ou melhor, por nossa causa, temos tido tantos doentes e filas quilométricas nos hospitais, além de muitas mortes. São tantas as desigualdades sociais que as pessoas  deixam de ter acesso a alimentos, remédios e bens materiais por falta do “Tutu”.
Será que estamos melhor que antigamente quando se amarrava cachorro com linguiça?
Mas, contudo, todavia, porém, senão, aliás, o problema mais caótico que temos enfrentado é a violência. É mãe jogando bebê na lagoa, o que depois da propaganda virou moda. È a PAZ abalada no mundo, quando não podemos mais sair de casa tranqüilos para nossos afazeres diários, já que todos são “suspeitos”, até mesmo a polícia. E quem consegue esquecer o atentado de 11 de setembro de 2001, no World Trade Center? Milhares de pessoas morreram e outras tantas ficaram feridas. Temos ainda a tragédia tão divulgada que rondava e ronda(ATÉ HOJE) as famílias Nardoni e Jatobá com o caso “Isabela” e a pergunta que não queria calar-se: Quem matou a pobre e inocente Isabela?
           Existem ainda os casos de assassinato e suicídio por dor de cotovelo. Vários assaltos em bancos e em residências, sem falar nos seqüestros.
Onde foi parar o amor, a compaixão pelas pessoas, sejam elas de diferentes etnias, modos de pensar, religião, línguas, outras culturas enfim?
Onde foram parar as pessoas boas, que fazem as coisas sem segundas intenções e sem querer levar vantagem sobre ninguém?
Quem poderá nos defender? Não, não é o Chapolin Colorado com sua marreta biônica, ou o Harry Potter com sua varinha mágica. Nós podemos nos defender sozinhos ou quem sabe, criar um mundo melhor e mais pacífico.
Podíamos começar a dar mais importância às coisas simples e boas que a vida nos oferece. Lembrar dos bons acontecimentos que não são tão divulgados pela mídia. Por exemplo, no ultimo dia 09 de novembro completaram dezoito anos da queda do muro de Berlim. Foi o fim da separação idiota da Alemanha feita por uma barreira. A mídia não deu tanta importância, pois o mal, a desgraça e a melancolia têm uma força sobrenatural em nós e dão mais ibope.
Se ficarmos preocupados apenas com as desgraças mundiais só atrairemos mais desgraça e menos paz.

Davi Dumont Farace.  Setembro de 2008